sábado, 28 de setembro de 2013

2013, Out. 10 - Novo Ciclo das "Banalidades"

Ciclo de Outono 

das 

BANALIDADES


Depois das férias de Verão que se espera tenham sido “revigorantes”, estão de regresso as "BANALIDADES"
em novo Ciclo de Conferências, 
entre 10 de Outubro e 19 de Dezembro do corrente ano de 2013.
Sessões quinzenais, como sempre, 

no 
I.F.I.C.T – Sala Hamlet

Quintas-feiras, 18h30.



APAREÇAM E TRAGAM AMIGOS!





quarta-feira, 31 de julho de 2013

2013, Jul. 31 - Férias




Bons ventos nos levem até outros mares 
e nos tragam, em Outubro, 
revigorados para nova temporada 

do 

IFICT e TEATRO DO CASTELO

no 

SANTIAGO ALQUIMISTA!


VENHA E PARTICIPE!




segunda-feira, 15 de julho de 2013

2013, Jul. 18 - Manuel de Portugal

18 de Julho de 2013

SANTIAGO ALQUIMISTA 


“Banalidades”

(última  conferência antes  de férias



MANUEL  DE  PORTUGAL





por  

António  Sampaio









***





A vista a partir das janelas do Santiago Alquimista,
 mais bonita após renovação do prédio fronteiro



Cartaz do dia






Azáfama dos preparativos



As nossas chefs alindam os petiscos para o convívio final







Combina-se a apresentação



António José Albuquerque, velho colega e amigo, 
apresenta António Sampaio com duplo prazer e "pequeno escrúpulo"...



Colegas durante muitos anos, conhece bem o orador e reconhece-lhe 
elevadas qualidades humanas e profissionais 



Aproveita para sublinhar a tradicional ligação da medicina a valores éticos,
não obstante verificar com tristeza que não será actualmente essa a tendência prevalecente



A abrir a sua conferência, António Sampaio recordou o largo período
em que trabalhou num grande hospital psiquiátrico de Lisboa durante o qual 
testemunhou o foco na humanidade do tratamento dispensado ao doente como forma de compensar a carência de meios técnicos, hoje bem mais abundantes. Na verdade, actualmente, mais depressa se recorre ao tratamento químico do que se ataca as causas sociais por detrás dos distúrbios psíquicos.



E é esse aspecto "humano" que o atrai na figura de Manuel, 
o último rei de Portugal. A figura da mãe, D. Amélia, é chave decisiva 
na interpretação do seu comportamento e desempenho.
Tal como agora, nesse início do sec. XX a dimensão do "déficit" constituía um pesadelo para os portugueses mas, no Parlamento, os deputados eternizavam discussões em redor de temas tão importantes como o comportamento sócio-empresarial de dois párocos de Beja...








Desde cedo, D. Manuel mostrava um comportamento cordato 
e pouco dado a emoções arrebatadoras







Mas a 1 de Fevereiro de 1909, dá-se o trágico 
episódio que altera radicalmente o seu destino.
O assassinato de seu pai e seu irmão mais velho 
colocam-no na primeira linha de sucessão ao trono


Desde logo se destaca a sua falta de preparação para o cargo,
assim como a inadequação do seu carácter











O que faltava ao novo rei, apetência pelo cargo, 
tinha a rainha-mãe em abundância







Esse carácter de ser humano "normal" é um dos destaques do interesse 
de António Sampaio por esta figura na transição de regimes em Portugal















Uma proposta de governo ignorada pelo "chefe de estado"...? 
O que é que isto lembra...?



Os sinais da aproximação de novos tempos...



Sem televisão, os acontecimentos não "aconteciam"...






























Vêm de longe as "liberdades" reais...














Para variar, a situação política era caótica, 
e a revolução de 5 de Outubro estava em marcha






O orador abordou depois o período do exílio em Inglaterra até à sua morte,
 como um comum cidadão, em grande sofrimento, em casa.










Já na fase de debate, António José Albuquerque 
evoca a galeria de figuras do fim da monarquia.



Há uma, o Conde de Mafra, catedrático de Dermatologia e "doenças podengas"
com um episódio delicioso em que, perante a interpelação da enfermeira-chefe queixando-se do atrevimento dos alunos palpando o "traseiro" das enfermeiras em serviço no hospital-universidade, aponta para uma de duas hipóteses: admitir apenas a presença de enfermeiras sem nádegas, 
ou, cortar as mãos aos alunos...
Tratava-se de Tomás de Melo Breyner, antepassado 
de um jornalista hoje em foco por metáforas "insultuosas"



***

Momento artístico


“Memória  de  Maria  Josefa  Alba” 

de

Ana  Bastos  






Paula Freitas, do Teatro do Castelo, apresenta Ana Bastos, 
promissora jovem que escreveu  e  interpretou  
de  forma  surpreendente o monólogo 
“Memória  de  Maria  Josefa  Bastos” 


Ana Bastos, ainda como amadora, ofereceu-nos 
uma interpretação notável de presença em palco



Maria Josefa Alba é a personagem da Avó na peça 
“A Casa de Bernarda Alba”, de Garcia Lorca. 
Notável para uma jovem de 18 anos, não se intimidar por se tratar de Lorca, estudar a peça e construir o monólogo da suposta memória da velha personagem da peça















Ainda jovem, augura-se uma carreira de elevada qualidade 
que teremos todo o gosto em acompanhar!

***

Por fim,

o  inigualável buffet  d’ iguarias

nas despedidas até Outubro




Com os "petiscos" abre-se o convívio  
e aprofunda-se o espírito da tertúlia







Um belíssimo arroz doce, sinal auspicioso para uma merecias férias!



O silêncio cai sobre o palco



a sala vai ficando deserta



e Gil, encerra mais uma temporada!




Bons ventos nos levem até outros mares 

e nos tragam, em Outubro, 

revigorados para nova temporada 

no 

SANTIAGO ALQUIMISTA!



VENHA E PARTICIPE!