quarta-feira, 14 de novembro de 2012

2012 Nov. 8 Ópera II

 
"ÓPERA II 
HOJE SÓ CANTAM ELES"
 
conferência de
 
José Pires Reis
 
Depois de há cerca de um ano nos ter mostrado como a ópera é a arte do excesso numa abordagem às fantásticas vozes femininas,
José Pires Reis deu-nos agora a perspectiva do canto masculino em mais uma magnífica sessão das "Banalidades"
 
 
 Frei Tiago convida e lá ao fundo
espreita a música de Wagner
 Magnífica peerspectiva da sala Hamlet
bem animada
 Preparativos à volta da mesa d'iguarias
 Pensadora
 Tudo a postos para a sessão
 José Pires Reis
reincide à volta da Ópera

 Ao contrário da "arte de governar" que produz monstros (Saint-Just),
a ópera é a arte total, espectáculo completo
capaz até de efeitos terapêuticos
 A extraordinária Callas cuja voz lhe permitia
fazer três oitavas
(a única a consegui-lo)
Na sua reentrada após o período"Onassis"
Callas em 64 teve memorável interpretação na Tosca
Scarpia "assassinado"
Momentos de maior liberdade sensual
Classificação das vozes


O confronto das vozes masculinas e femininas
Contra-tenores os modernos "castrati"
 (sem o serem...)
Bem, alguns parecem...
Mesmo quem não seja um seguidor atento de ópera
apercebe a superior capacidade de Pires Reis a falar do tema 

Até nas vozes há diferenças marcantes

O grande Pavaroti
Os bons, os maus e o excepcional conhecedor
Não era o Scala de Milano, mas não desmerecia...

Efeitos especiais...
Ambiente acolhedor na sala Hamlet



 Um dos heróis da ópera dos nossos dias
 
Exemplo superior de alguém
que vive a ópera com intensidade e prazer


Após tratar da alma,
o convívio à volta da "mesa d'iguarias"
Uuuhhhmmmm...
A tertúlia das banalidades
alimenta o espírito e a boca...



 
E pronto, esperamos pela próxima "Banalidade"
 
já a 22 de Novembro
 
“LUSITANOS:
MITO  E  CONFLITOS” 
 
por 
 
José  Pacheco
 
 


segunda-feira, 12 de novembro de 2012

2012 Nov 11

Final da temporada de
 
"Ele como ela"
 
no
 
Santiago Alquimista
 
Domingo, 11 de Novembro, deu-se a última representação de "Ele como ela" a farsa poética de Adolfo Gutkin encenada pelo autor e apresentada pelo grupo de teatro do IFICT (Paula Freitas, José Gil, Luiz Gamito e Sara Albuquerque).
 
Trata-se de uma fantasmagoria abordando o encantamento do amor ainda que ausente, com incursões pelo actual caos económico/social.
O espaço cénico, uma antiga fundição agora recuperada, a elegância e subtileza da encenação e o elevado nível interpretativo criam um inesquecível momento de autêntica magia.
 
Algumas cenas da representação,
decorrida na sala Hamlet do Santiago Alquimista
 
A encenação envolve espectadores e actores
no mesmo espaço cénico
A imagem da mulher amada mas ausente,
 confunde o espirito do homem
Os espelhos da vida reflectem imagens
que não nos abandonam
Chá das cinco...
O real e o imaginário confundem-se
na alma de quem sofre







A maior das utopias do homem
A balbúrdia da conjuntura económico/social
O apelo da imagem amada

Cenas finais da representação:

Um espectáculo que fica na memória de todos