Final da temporada de
"Ele como ela"
no
Santiago Alquimista
Domingo, 11 de Novembro, deu-se a última representação de "Ele como ela" a farsa poética de Adolfo Gutkin encenada pelo autor e apresentada pelo grupo de teatro do IFICT (Paula Freitas, José Gil, Luiz Gamito e Sara Albuquerque).
Trata-se de uma fantasmagoria abordando o encantamento do amor ainda que ausente, com incursões pelo actual caos económico/social.
O espaço cénico, uma antiga fundição agora recuperada, a elegância e subtileza da encenação e o elevado nível interpretativo criam um inesquecível momento de autêntica magia.
Algumas cenas da representação,
decorrida na sala Hamlet do Santiago Alquimista
A encenação envolve espectadores e actores
no mesmo espaço cénico
A imagem da mulher amada mas ausente,
confunde o espirito do homem
Os espelhos da vida reflectem imagens
que não nos abandonam
Chá das cinco...
O real e o imaginário confundem-se
na alma de quem sofre
A maior das utopias do homem
A balbúrdia da conjuntura económico/social
O apelo da imagem amada
Cenas finais da representação:
Um espectáculo que fica na memória de todos
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